O TEU RETRATO
Quando olho o teu retrato,
Imagino aquele corpo esparramado
Num colchão feito de sonhos...
Eu, cheio de ilusão, envolvendo-o de beijos,
Numa fantasia alucinante.
Sonho acordado, sinto o calor
Do teu corpo com cheiro de pecado!
Sinto-o tremer de desejo!
A respiração fica ofegante!
Tapo tua boca com a minha boca!
O tempo se fecha, vem o descontrole.
Arrepios, chamegos e remexidos
Fazem os corpo se dilacerem de amor!
Pena que foi, apenas, um sonho...
(Tarcisio Costa)
Inicial
Meus Poemas 2
|