
Manhã fria, mente confusa
De uma noite de sonhos!
Quimeras me iludiam
E faziam de mim um visionário.
Revi os meus fracassos e venturas...
Vi-me...
Perdido no meu próprio caminho
Pelo sofrer da desilusão;
Vi-me...
Com as amarguras das derrotas,
Que me deram frustração;
Vi-me...
Ante amores sonhados, não atingidos,
Momentos, na verdade, não vividos;
Vi-me...
Nas minhas aventuras adolescentes
E a inocência perdida...
Mas, também, tive...
A ajuda do santo da minha devoção...
Quando o mundo desabava sobre mim;
O meu primeiro amor,
Que ainda hoje me enche de paixão;
Os meus objetivos conquitados,
E os troféus pelas lutas vencidas;
Os meus momentos de ternura
Com a concretização de tantos sonhos...
(Tarcisio Costa)
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